Data: 21/09/1978
Acontecimento: A data é lembrada na primeira linha da música ‘September’ do Earth, Wind & Fire, sendo o prazo de nascimento do filho Kahbran de Maurice White.
Contexto: o dia 21 de setembro é a data mencionada na primeira linha da música ‘September’ do Earth, Wind & Fire, sendo o prazo de nascimento do filho Kahbran de Maurice White.
A música “September” foi lançada oficialmente como single em 18 de novembro de 1978.
A data mencionada na primeira linha do sucesso “September” do Earth, Wind & Fire (“Do you remember the 21st night of September?”) era, de fato, a data prevista para o nascimento de Kahbran White, filho do líder da banda, Maurice White.
Embora Maurice tenha dito originalmente à coautora da música, Allee Willis, que havia escolhido o dia 21 apenas por questões de métrica e sonoridade, a verdade só foi revelada em 2018.
Dois anos após a morte de Maurice, sua viúva Marilyn contou a Willis que a data era uma mensagem secreta celebrando o prazo final da gravidez. Curiosamente, Kahbran acabou nascendo prematuro no dia 1º de agosto daquele ano.
Curiosidade:
O famoso refrão “Ba-dee-ya” nasceu da insistência de Maurice White e de um choque inicial de visões com a coautora da música, Allee Willis.
Quando Willis foi convidada para ajudar a compor a faixa, ela ficou incomodada com o uso dessas palavras sem sentido como um preenchimento temporário na melodia. Como uma compositora focada em letras claras, ela tentou repetidamente convencer Maurice a substituí-las por palavras reais em inglês.
A resolução dessa disputa e o significado por trás dela se resumem a dois pontos principais:
- A insistência de Maurice: Durante as sessões de gravação, Willis finalmente confrontou Maurice White e perguntou diretamente: “O que diabos significa ‘Ba-dee-ya’?”. Maurice respondeu com uma frase que virou uma lição para a compositora: “Quem se importa?”.
- A filosofia do groove: Maurice explicou que a sensação, o ritmo e a energia que a fonética daquelas sílabas traziam para a música eram muito mais importantes do que qualquer palavra real. A música precisava fazer as pessoas sentirem a vibe antes de entenderem uma mensagem literal.
Willis cedeu e mais tarde declarou que essa foi a maior lição de composição que ela já recebeu na vida: nunca deixar a letra atrapalhar o groove.